1996: Os caminhos do Equilíbrio

por Grupo de Trabalho EcoArraial em 10 de outubro de 2008

Mãos

Com o tema Os Caminhos do Equilíbrio, a Vivência da Primavera de 1996 teve lugar nos dias 18, 19 e 20 de outubro. Curiosamente, as mãos estiveram em evidência em diversas palestras: sua energia foi fotografada com a máquina Kirlian, seu formato avaliado por uma quiróloga e seu potencial criativo foi estimulado na apresentação da cooperativa Mãos Mineiras.

Vivência da Primavera 1996 – Os caminhos do Equilíbrio

PROGRAMAÇÃO

O Novo Eixo do Equilíbrio – palestra com Martha Pires Ferreira, astróloga, psicóloga, artista plástica e escritora.

Uma perspectiva astrológica dos desafios a serem enfrentados pelo homem na virada do milênio.Transformações individuais e coletivas e a busca de um novo eixo de equilíbrio.

Capoeira – demonstração com o prof. Antônio Alberto e capoeiristas convidados.

Uma aula prática de capoeira aberta à participação de todos.

Terapias no enfoque comunitário – painel com Norah André, psicanalista e coordenadora do Setor Social da CFA; Ewerton Menezes Cardoso Jr. (Florais de Bach); Rosita Rodriguez Koschar (psicóloga com especialização em psicodrama) e Roseane Debatin (Pediatria e Acupuntura).

O que é e como funciona um modelo comunitário de atenção à saúde. As propostas psicoterapêuticas, o shiatsu, a acupuntura e os florais de Bach e sua inserção neste modelo de atendimento.

Espiritualidade através das mãos – palestra com Regina Ferrari, quiróloga, museóloga e professora de dança do ventre.

A análise d as mãos explicita os traços de personalidade e o potencial de desenvolvimento do indivíduo. Entre outras aplicações, a Quirologia permite a identificação da mediunidade.

Mãos Mineiras: Uma Experiência Comunitária – palestra com Raquel Bittar, arquiteta e planejadora ambiental.

O processo de afirmação um grupo de mulheres do meio rural de Minas Gerais que descobriu o artesanato como forma de sobrevivência, a cooperativa como forma de organização e a preservação ambiental como valor filosófico.

Radiestesia – palestra com Georges Charbel, radiestesista e cromoterapeuta.

A Radiestesia é uma poderosa ferramenta de diagnóstico. Munido de pêndulos e de sensibilidade, o radiestesista pode captar as vibrações de um veio de minérios no subsolo ou diagnosticar estados de desequilíbrio de um paciente.

18h – Show de MPB – com a cantora Viviane e sua banda.

Tai-Chi – aula prática com o instrutor Roberto de Oliveira Neves.

Os suaves movimentos da milenar técnica do Tai-Chi, que podem ser praticados por pessoas de todas as idades.

Dinâmica de Grupo – vivência com Roberto Noronha, ator do Grupo Tá na Rua.
Um conjunto de exercícios originários das técnicas de improvisação teatral, que ajudará os participantes a liberar tensões, trocar energias e sentir-se parte integrante do grupo.

Kirliangrafia – palestra com Luiz Franklin de Matos, biólogo, ecologista e analista de fotos Kirlian.

O que é e como funciona a Máquina Kirlian, técnica que permite fotografar a aura e, mediante a análise da foto, diagnosticar o estado físico e mental, os desequilíbrios emocionais e as interferências espirituais.

Creche comunitária: uma solução? – Painel coordenado por Sônia Mano, pedagoga, e Virgínia Maria Amadeu, psicóloga e professora universitária.

Uma discussão sobre o papel da creche como recurso de apoio à mãe urbana, tema da dissertação de mestrado de Sônia, e sobre a eficácia das propostas comunitárias, com base nas experiências de projetos desenvolvidos por Virgínia junto à Secretaria Municipal de Saúde. Ambas eram as responsáveis pela creche comunitária da CFA.

Tarot – palestra com Pedro Ribeiro, astrólogo e tarólogo.

O tarot é, antes de tudo, uma via de acesso ao inconsciente. Suas cartas – os Arcanos Maiores e Menores – revelam insights sobre o indivíduo e fazem de cada consulta um processo de autoconhecimento.

O Cosmo Tem Todas as Respostas – palestra com Fernando Fernandes, astrólogo e jornalista.

O que são os oráculos ou técnicas divinatórias – Uma comparação entre Astrologia Horária, I Ching e Geomancia. Os oráculos como meio de orientação coletiva em sociedades tradicionais. Oráculos hoje: autodesenvolvimento ou fuga de responsabilidades?

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