Jornal Outra

Jornal Outra

Jornal Outra - capaVersão digital das edições do Jornal Outra, sobre meio ambiente e cultura alternativa, publicado pela Coovida entre 1984 e 1989. Outra começou como revista independente, em 1984, e no ano seguinte tornou-se um jornal tablóide. Chegou a alcançar - a duras penas - uma distribuição nacional, mas jamais foi uma publicação rentável.

Em 1987 a crise econômica transformou Outra num boletim impresso e, mais tarde, num boletim datilografado e xerocado. Nessa condição, sobreviveu até 1989, quando desapareceu para dar lugar a um programa de rádio. 

Esta seção tem todos os principais artigos publicados em Outra entre 1984 e 1989, seguidos, sempre que possível, de notas explicativas que dão conta de onde andam atualmente seus autores, assim como as pessoas e instituições citadas. 

Bandeira confederada - Guerra da SecessãoApesar dos olhos azuis de boa parte da população e da bandeira dos Confederados hasteada entre as relíquias das antigas fazendas de algodão, não estamos na Georgia ou no Mississipi: esta cidade, refúgio dos perdedores da guerra civil dos Estados Unidos no século XIX, chama-se Americana e fica a apenas 130 Km de São Paulo.

A herança dos sulistas >>

The Wall, Pink FloydA função da escola deveria ser criar consciência, e não reproduzir a mesmice. Paulo Freire já dizia que uma educação libertadora não é compatível com a idéia de doação do conhecimento e, muito menos, com a infantilização do receptor, fato que perpetua a relação dominador/dominado.

Alienação >>

Bomba da Paz - Cinelândia, setembro 1984Concebida por um ativista canadense em novembro de 1983, a Bomba da Paz é um movimento original: em vez de protestos, promove celebrações pacifistas em cada mudança de estação. Na primavera de 1984 a idéia chegou ao Brasil, com uma celebração na Cinelândia, em pleno Centro do Rio de Janeiro. 

500 megamores >>

Inundações na bacia do PrataOs rios da Bacia do Prata já emitiram sinais de que a exploração econômica desenfreada vem provocando um impacto ambiental além dos limites aceitáveis. As consequências virão na forma de novas cheias, colocando em risco a sobrevivência das populações ribeirinhas.

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