Os rios da Bacia do Prata já emitiram sinais de que a exploração econômica desenfreada vem provocando um impacto ambiental além dos limites aceitáveis. As consequências virão na forma de novas cheias, colocando em risco a sobrevivência das populações ribeirinhas.
Apesar dos olhos azuis de boa parte da população e da bandeira dos Confederados hasteada entre as relíquias das antigas fazendas de algodão, não estamos na Georgia ou no Mississipi: esta cidade, refúgio dos perdedores da guerra civil dos Estados Unidos no século XIX, chama-se Americana e fica a apenas 130 Km de São Paulo.
A função da escola deveria ser criar consciência, e não reproduzir a mesmice. Paulo Freire já dizia que uma educação libertadora não é compatível com a idéia de doação do conhecimento e, muito menos, com a infantilização do receptor, fato que perpetua a relação dominador/dominado.
A consciência dos riscos da agricultura química, que envenena os recursos naturais e as plantações, fez nascer o movimento da agricultura ecológica, que põe em prática técnicas naturais e sustentáveis de produção de alimentos saudáveis. Um exemplo foi a Escola Livre de Agricultura Ecológica, parceria estabelecida nos anos 80 entre um engenheiro agrônomo e uma comunidade espiritualista.
Concebida por um ativista canadense em novembro de 1983, a Bomba da Paz é um movimento original: em vez de protestos, promove celebrações pacifistas em cada mudança de estação. Na primavera de 1984 a idéia chegou ao Brasil, com uma celebração na Cinelândia, em pleno Centro do Rio de Janeiro.